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Três vezes em que o Google errou feio…errou rude

A gigante da tecnologia já cometeu erros bizarros e envolveu algumas pessoas em situações constrangedoras.

1 – “O festival do clitóris”

Todo ano , um pequeno vilarejo de 11 mil habitantes, situado ao noroeste da Espanha, celebra sua agricultura homenageando o grelo, uma folhinha whatever adicionada em diversos pratos da culinária galega. Deve ser tipo a folha de louro que colocamos no nosso feijão, faz diferença nenhuma aquela parada.

Isso merece uma rizada facepalm do homem de ferro
 
Isso merece uma risada facepalm do Homem de Ferro

Os organizadores usaram a ferramenta de tradução para fazer a divulgação em espanhol. Em vez de traduzir o grelo galego, o tradutor se confundiu e entendeu que era do grelo portugês que estava sendo requisitado. Grelo em português significa “clitóris”. Foi assim que surgiu “O FESTIVAL DO CLITÓRIS”, olha a merda. O convite espalhado pelo evento trazia: “O ‘clitóris’ é um dos produtos típicos da cozinha galega (…) o festival fez do ‘clitóris’ um dos produtos mais importantes da gastronomia local.” Certeza que pediram para o estagiário entrar no Google Translate e traduzir.

2 – Cadáver no Street View

Papo sério agora. O Street View é um serviço incrível e impensável há poucos anos atrás. Com ele é possível muito mais do que descobrir como chegar naquela baladinha monstra, na casa da peguete ou na pizzaria do seu bairro. Também permite um armazenamento histórico das cidades como são atualmente. Imagine daqui a 023948203 de anos os especialistas poderão fazer uma análise mais aprofundada da sociedade de hoje
. Com certeza muitas situações constrangedoras serão registradas, nos levando a questionar a invasão de privacidade.

É uma ferramenta MUITO polêmica
É uma ferramenta MUITO polêmica

Uma pessoa saindo do sexyshop, uma mulher com uma arma na mão, uma briga de rua… Tudo isso reflete parte da nossa sociedade, ache bacana ou não. Entretanto, há casos como este que são um pouco mais complicados;
em 2013 o corpo de um garoto da Califórnia de 14 anos ficou exposto por dias na ferramenta virtual. O rapaz aparecia cercado por uma patrulha de polícia e quatro pessoas junto a um trilho de trem, qualquer pessoa tinha acesso as imagens pelo endereço digital.

Brian McClendon, vice-presidente do GoogleMaps foi a público e deu o prazo de oito dias para retirar as imagens, o que comoveu ainda mais o mundo. Nunca foi explicado por que precisavam de mais dias para fazer a remoção das fotos.

3 – “Rei preto”

Usando os termos “nigger king” (rei preto) ou “nigger house” (“a casa do preto” se referindo a Casa Branca) até maio deste ano, a busca era direcionada ao presidente Barack Obama. O termo “nigger” em inglês é utilizado de forma ofensiva as pessoas de cor negra. Como as buscas muitas vezes são baseadas em resultados que os usuários mais visitam e acham relevante, esse tipo de situação acontece.

OBAMA

No lançamento do Google Photos, um casal de negros se sentiram injuriados pelo aplicativo. O software nomeia automaticamente algumas fotos, nesse caso ambos tiveram as fotos nomeadas como “gorila”. Esses e outros episódios acontecem com frequência, a empresa disse estar trabalhando para melhorar estes mecanismos.
Que loucura. Quero isso pronto na minha mesa até o fim deste século, Google.

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